Eu poderia começar este review – ou
talvez fundamentar quase todo ele – com breves observações ou alertas para os
cuidados que se deve ter antes de se lançar à leitura de “Respiração
Artificial”, mas eu poderia correr o risco de preterir o caráter de clássico
argentino que o livro adquiriu sem nem perceber a infâmia que estaria
cometendo. Ou eu poderia ainda apenas narrar as minhas peripécias enquanto
leitora do livro que é pauta deste texto. Mas eu não os farei; ressalvas quanto
à genialidade do autor não são poucas e se fazem mais úteis aqui.
sexta-feira, 16 de maio de 2014
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